Young and Tragic

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Young and Tragic

Mensagem por teacup em Ter Nov 26, 2013 5:50 pm







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I wish that we were magic
so we wouldn't be so young and tragic





sinopse


Ele tinha certeza de tudo. De suas lutas, seus desejos, suas vontades, seus sentimentos.
Ela tinha medo da verdade. Do que sentia, de quem amava, do que podia vir a ser.
Eles estavam juntos por toda a vida e isso era o bastante para que o destino os unisse da forma mais óbvia possível, mas nada é perfeito, afinal, Percy a amava como jamais havia amado ninguém, já Annabeth... Ela não tinha tanta certeza.

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Seus cabelos eram loiros.
Seus cabelos eram loiros e pareciam adquirir vida própria toda vez que ela corria naquela praia.
Percy secretamente idolatrava o movimento daqueles fios dourados, sendo facilmente encontrado hipnotizado por eles em todos os momentos que ele a via rodopiar, livre, no solo arenoso e molhado daquele canto só deles. Ele amava quando aquelas madeixas enroscavam-se entre seus dedos quando a beijava, e adorava ainda mais quando elas entrelaçavam-se com mais força quando ele a apertava em seus braços.
Annabeth não era e pensa que jamais fora completamente segura sobre o que sentia em relação a Percy. Ela tinha medo do que poderia vir a acontecer entre os dois, tinha medo da sua falta de ação coerente perto dele, medo da sensação, a maligna sensação, de não se importar com nada toda vez que seus lábios ousavam se roçar. Ela tinha medo do seu próprio medo.
Ambos corriam pela areia da praia de San Francisco (sempre vazia naquele único lugar onde iam) como se não houvesse amanhã. A mão de Annabeth segurava a de Percy, que seguia incessavelmente atrás dela. Ele não ligava de segui-la, de ser guiado até o fim do mundo, desde que a guia fosse ela. Há muito que Percy sabia que era Annabeth quem segurava e controlava as rédeas do caminho de sua vida, mas desde que ela estivesse na mesma estrada junto com ele, nada mais importava.
*
Nenhum dos dois sabia ao certo como realmente tudo acontecera.
Um belo dia, depois de uma visita rotineira ao Starbucks em frente à casa de Percy, ambos sentaram-se recostados na parede de vidro do lado de fora da sala de estar, seu costumeiro local de descanso depois da escola.
Eles se conheciam desde sempre, ou quase isso. Annabeth era um ano mais velha do que Percy, mas era ele quem, no jardim de infância, a empurrava do balanço todos os dias durante o almoço e roubava seus enormes óculos amarelos e redondos de seu rosto, sempre rindo e correndo dez vezes mais rápido do que uma Annabeth de 5 anos de idade um dia sonharia correr. Eles viveram uma rotina de ódio por um ano, até que um dia, quando Percy fizera a enorme gentileza de derrubá-la do balanço direto na lama com sua calça nova, a única reação que ela tomou foi levantar-se o mais rápido que pôde, o jogando no mesmo local onde ela havia caído segundos antes, metendo-lhe pontapés e gritando xingamentos extremamente pesados pra qualquer criança da idade deles.
Naquele dia ambos foram parar na sala da diretora, receberam uma suspensão de 2 dias cada um e seus pais foram chamados. Desde então o que sobrara daquele balanço velho, da lama e de roupas sujas foi uma amizade mais dura que pedra.
Eles, então, estavam sentados no quintal de Percy contra a parede de vidro, cada um com seu copo na mão, falando de qualquer coisa incoerente, mas que parecia fazer total sentido no momento, até que, de alguma forma, as mãos deles acabaram se encostando. Não que eles jamais tivessem dado as mãos, ou se abraçado, mas naquela hora fora diferente, estranho. O mínimo toque da ponta dos dedos de ambas as mãos mandaram calafrios por seus corpos, e logo seus dedos estavam entrelaçados, seus rostos a milímetros de distância um do outro, e quando por fim Percy puxou os lábios de Annabeth para entrarem em contato com seus próprios, ambos os cafés rolaram pela grama, espalhando todo seu conteúdo em uma tentativa falha de chamar atenção.
Percy sabia que amava Annabeth como mulher, não como amiga, naquele momento.
A única coisa que Annabeth tinha realmente certeza naquela hora era que queria de forma incontrolável a boca de Percy contra a sua.
*
"Annie... Canta pra mim?" Percy perguntou uma noite.
"Credo menino, você tem quantos anos? 5?" Annabeth disse em tom brincalhão.
"Não é isso. É que... Eu gosto da sua voz."
Eles se encararam por um breve momento, os olhos de Percy implorando para seu desejo ser atendido, seus lábios formando um leve beicinho.
Annabeth rolou os olhos e começou a cantar uma das únicas músicas que conhecia de cor.
 
After all the time
After you
Had you seen me with someone new
Hanging so high for your return
But the stillness is a burn

(Depois de todo o tempo
Depois de você
Você me viu com alguém novo
Suspenso tão alto pelo seu retorto
Mas a quietude é uma queimadura)

Had I seen it in your eyes
There'd have been no try after try
Your leaving had no goodbye
Had I just seen one in your eyes

(Eu vi em seus olhos
Não houve tentativa após tentativa
Sua partida não teve adeus
Eu apenas vi um em seus olhos)

I can't give it up
To someone elses touch
Because I care too much
Care too much
Care too much

(Eu não posso desistir
Ao toque de outro
Porque eu me importo demais
Me importo demais
Me importo demais)
 
Ela parou apenas para encontrar os olhos de Percy ainda fixados em seu rosto, com a única mudança sendo a ausência da expressão pidona de cachorrinho que caiu da mudança.
“Eu te amo.” Ele disse pela primeira vez em voz alta.
“Eu sei.” Ela respondeu.
Percy achava que ela não tinha processado as palavras que ele acabara de dizer.
Annabeth sabia que não podia dizer a mesma coisa sem sentir que estava mentindo tanto para ele quanto para si mesma.
*
“Eu... Eu te amo Annie. Eu sei que temos nossos problemas e eles não são poucos, na verdade estão muito longe disso, mas eu te amo mesmo assim. Eu acho que te amei desde que te vi no balanço do jardim de infância com aquela camisa ridícula de bananas e maçãs. Eu te amei no segundo que você me derrubou na lama, porque aquilo me mostrou que você não era só mais uma menininha bonita e chata. Eu te amei quando nos tornamos amigos, melhores amigos e amei mais ainda quando nos tornamos namorados. Eu te amei, e sempre vou amar e quero passar todos os minutos, segundos da minha vida ao seu lado. Annabeth Chase, você quer se casar comigo?”
Eram essas as palavras que atormentavam Annabeth há uma semana.
Ela não aceitara, disse que precisava de tempo pra pensar, e Percy entendeu. Entendeu porque ele sabia que durante os dois anos que passaram juntos ela nunca havia dito aquelas três palavras que ele adorava repetir para que todos pudessem escutar. Porque sabia que ela não estava pronta.
Já era a décima vez que ela assistia The Notebook naquela semana e ela ainda não conseguia processar o porquê de não conseguir ir contra tudo e todos pra ficar ao lado de Percy.
O que tem de errado comigo?
Já eram três da manhã, mas ela se recusava a fechar os olhos. Em seu celular as 120 chamadas perdidas de um certo Cabeça-de-Alga piscavam sem parar enquanto centésima vigésima primeira estava sendo efetuada.
Ela não queria atender. Ela não queria nem olhar para ele enquanto não resolvesse sua confusão interna. É claro que ela o amava, mas como um amigo, um irmão... Certo? Mas ela não sabia porque esse seu amor, julgado ser fraternal, a fazia perder totalmente o controle quando eles se beijavam, e querer cada vez mais e mais e mais até que, mesmo estando nus, completando-se da forma mais carnal já conhecida pela humanidade, parecia que ainda precisava de mais dele. Só dele.
As lágrimas jorravam de seus olhos ao chegar novamente no final filme. Ela não queria, ela não iria dormir até desvendar o que a impedia de amar Percy.
Ele estivera do seu lado sua vida inteira. A abraçara quando ela perdeu seu urso de pelúcia velho que agarrava ao dormir e comemorara quando o encontraram na lavanderia da esquina porque sua mãe o havia mandado para ser limpo. Eles dividiram os mesmos cortes das mesmas brincadeiras sem futuro de criança e os mesmos joelhos ralados de quando decidiram ser skatistas profissionais em algum mês no meio da pré-adolescência. Compartilharam das decepções amorosas e os ciúmes quando algum deles aparecia com um namorado(a) novo(a).
O que tem de errado comigo?
Seu celular brilhava novamente, com o rosto de Percy ornamentando sua tela. Ela já não aguentava mais ver aquela foto e não atender. Ela queria, sim, ela queria. Mas, se queria porque não o fazia?
O menu do filme aparecera novamente na tela, tocando alguma música melancolicamente irritante até mesmo para os ouvidos de alguém que se encontrava em plena crise existencial por dias, como era o caso de Annabeth, mas ela não escutava, ou melhor, não conseguia escutar o maçante barulho provindo da televisão, porque a única coisa que ecoava em seus ouvidos era a voz de Percy enquanto seu discurso se repetia em um interminável flashback em looping.
Do lado de fora uma chuva fraca começara a cair, batendo no vidro da janela como quem quer chamar atenção. A casa de Percy não era muito longe dali, duas ruas e ela estaria lá, um dos motivos pelos quais ela havia alugado seu apartamento justamente ali.
Um dos não, o único motivo pelo qual ela fez isso. Ela visitara inúmeros flats em qualidades exorbitantemente melhores do que as do local onde ela resolvera se instalar, mas só o simples fato de que em apenas cinco minutos ela poderia estar na casa de Percy a fizera assinar o contrato de imediato. Na realidade, ela havia feito muitas coisas, e abrido mão de outras tantas por causa dele. E o mais chocante, ela não pensara sequer duas vezes antes de se decidir.
E foi então que o que ela vinha procurando a atingiu em cheio, assim como as lágrimas que começaram a rolar pelo seu rosto instantaneamente ao se debater com as respostas para todas as suas aflições, assim como a chuva que aumentara seu nível pluvial fazendo sons estrondosos ao chocar-se contra o vidro.
Ela amava, sim Percy. Ela sempre o amara só ainda não havia percebido isso devido a sua sempre presente cabeça dura. Annabeth se recusava a aceitar ver seu melhor amigo, aquele que sempre esteve presente a cada segundo de sua vida, como algo diferente. Ela não queria assumir que os ataques de ciúmes que ela tinha ao ver Percy beijando outra garota não era por estar tendo que abrir mão de sua amizade pra uma patricinha metida, mas sim porque ela queria ser aquela que ele estava beijando.
Ela não queria sentir, por isso não conseguia, mesmo tendo tudo ali, a sua mão, para pular de cabeça nos sonhos românticos que ela sempre quisera. Felizmente, ainda não era tarde para voltar atrás.
Annabeth correu pela casa, pegando seu casaco de chuva e seus tênis, descendo as escadas do primeiro andar como uma maníaca e correndo pelas ruas como em uma cena de um filme adolescente, quando o garoto descobre que gostava da amiga e não da líder de torcida e vai atrás dela no baile da escola. De alguma forma, aquilo era meio verdade no que se aplicava a sua situação atual.
Ela não olhava onde pisava, a chuva embaçava sua visão, mas ela não ligava, e isso se devia ao fato de sua explosão de sentimentos encadeados por tanto tempo sendo liberados em cadeia.
Ela não via nada.
Ela não viu o carro que corria em sua direção no momento que ela atravessava a última rua que a levaria direto a casa de Percy.
Ela não viu quando foi atingida e ela também não sentiu.
A única coisa que Annabeth realmente sentiu naquele momento foi a gratidão de ter descoberto que, sim, ela amava Percy.
Ela sempre o amou.
*
Percy não suportava mais o silêncio.
Não que fosse realmente um silêncio completo, isso era impossível, mas ele não aguentava mais o silêncio de Annabeth.
Ele fora paciente e compreensivo, ele entendeu que ela precisava de tempo para pensar sobre o assunto, mas porque ela tinha evitar falar com ele pra isso? Ele queria, ele necessitava ouvir a voz dela para poder dormir em paz, e a falta da mesma o fazia virar metade da noite em claro pensado se ela estava bem e criando planos completamente irreais onde ele invadia a casa dela durante a noite e a fazia responder a proposta com um sim ecoante e alegre.
Mas é claro que isso não iria acontecer, porque ela era Annabeth e se ela exigia um tempo indeterminado de reflexão sobre certo assunto, o Batman poderia aparecer na sua porta que ela não atenderia. O único problema nisso é que, mesmo em seus tempos de meditação anuais Annabeth sempre falava com Percy. Sempre. Ela nunca o ligava, isso não, mas sempre atendia as chamadas dele, saía de casa quando ele pedia, nem que fosse só para tomar ar fresco, e quando seu tempo de interação social acabava ela voltava a se trancafiar em seu templo sagrado de almofadas e livros até a próxima ligação ou até sua crise filósofa passar.
Então o que a fazia não querer falar nem mesmo com ele?
“Merda!” Percy gritou para si mesmo. Ele não aguentava mais ficar na espera, ele precisava da resposta, por pior que fosse.
Ele agarrou seu telefone, discando o número de Annabeth com uma agilidade quase que impossível. Um toque. Dois toques. Cinco toques. Dez toques.
“Hey aqui é Annabeth. Percy, não deixe um recado, eu não vou te retornar. Se você não for o Percy também não deixe um recado, eu não escuto nenhum deles. Tente novamente mais tarde e tenha um bom dia/tarde/noite.”
Percy atirou o telefone contra o sofá, a frustração já lhe tomava conta sem piedade e as piores hipóteses lhe enchiam a cabeça. Ela deve estar com outro. Ela deve ter fugido. Ela deve ter se tocado que pode arrumar alguém muito melhor que eu. Eram muitas as situações negativas para que ele se tranquilizasse com alguma que pudesse ser positiva. A verdade é que a sua esperança já estava no estoque de emergência e precisava urgentemente de um reabastecimento que só o tão esperado “Sim” seria capaz de dar.
A chuva que já caía a um bom tempo do lado de fora parecia não querer ir embora tão cedo, o que Percy não conseguia se decidir se era bom ou ruim. Bom seria porque ele adormecia facilmente ao som da chuva, contudo, ele se irritava facilmente com ela se não estivesse com sono. O que ele tinha no momento era um estado vegetativo entre o sono e o despertar.
Na rua um carro freara. Mais um idiota que gosta de correr durante o tempo ruim. Ele rolou os olhos dirigindo-se até a janela apenas para ver o motorista saindo do carro e se ajoelhando no meio-fio. No chão, estirada sobre um poça de sangue e chuva Annabeth estava deitada.
*
Parecia um pesadelo, ou melhor fora um pesadelo. Suas últimas palavras, seu último beijo, seu último suspiro. Era a vez de Percy de chorar.
Ela ia dizer sim. Ela seria minha esposa. Minha Annie.
Ele não conseguia aceitar os fatos como eles eram mostrados. Ele ainda esperava encontrar Annabeth sentada contra a parede de vidro da casa de sua mãe, bebendo café enquanto lia um livro antes de voltar para casa. Ele ainda espera vê-la correndo sob a areia da praia, livre como sempre quisera ser e como um dia fora. Ele ainda sentia seu cheiro, ouvia sua voz, provava de seus lábios. Ela ainda estava presente em todas as formas possíveis, e isso era o que o estava matando lenta e dolorosamente.
Ele sentiu uma mão tocar seu ombro e olhou pra cima apenas para ver sua mãe fazer um sinal com a cabeça apontando para a pequena multidão que caminhava no cemitério. Estava na hora.
Ele se levantou, cabisbaixo, as lágrimas molhando severamente seu rosto enquanto ele se lembrava de tudo, todos os momentos, tudo o que foi, tudo o que poderia ter sido.
Porque seus cabelos um dia já foram loiros, mas agora, não era mais nada.


Notas Finais: nháaaa então galeura, essa é primeira fic Percabeth da coleção que eu pretendo fazer. Foi um pouco/meio/muito triste e difícil matar um personagem que eu amo tanto mas ainda assim, foi para um bem maior... O DRAMA ufdvufdshsidfvsodifh Não mentira, mas eu não queria que tivesse um final previsível então, voilá.
Espero que tenham lido antes de pular pra essa parte, porque né... Spoilers. Mas de qualquer forma, obrigada a você que leu, sério, e perdão por ter ficado pequeno e lixoso, essa foi a minha primeira tentativa de one shot evah, então vou tentar deixar as próximas maiores. Obrigada novamente, saraghae <3





Última edição por teacup em Ter Dez 02, 2014 12:38 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Anna Cisz. em Ter Nov 26, 2013 6:05 pm

Awnn ♥ q cruel Lissa!  Olha, eu achei na minha opinião uma bela e rápida história, espero que um tal de Tio Rick não invente de olhar essa fã-fic e matar tbm a minha  nossa querida Annie! E uau! Percy foi fofo demais♥ A-D-O-R-E-I! Isso é muita empolgação minha pq eu adoro Romances, e tragédias haha!
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Mariana em Ter Nov 26, 2013 6:42 pm

Lari *-*

Eu aqui, como disse leria suas fic's ♥♥

Caramba, caramba, caramba. E meus sentimentos, como ficam? kkk 
Agora sério...
Eu achei a história em si, muito fofa e contagiante. Eu amo quando a personalidade de Percy e Annabeth são exploradas em um universo paralelo e mais real do que o da trama original. Essa coisa de melhor amigo e melhor amiga... Mexe fundo comigo...
Eu fiquei, no inicio, encantada pela forma em que Percy descrevia Annabeth, e cheguei a achar até um pouco ingrata dado tudo aquilo que ela "pensava". Mas com o desenrolar da história, o modo em que ela revira os olhos quando ele pede logo, e como sempre vai atrás dele e está com ele a qualquer momento,  faz você notar que ela o ama tanto, que tem até medo de admitir, de que seja passageiro. Talvez ela o ame ainda mais que ele.
Gostei do final, pelo fato de ser original e surpreendente. Todo mundo estava esperando um casamento, um bebê ai você vai e mata a menina kkkkk
Mudando o foco do enredo para sua escrita, eu gostei bastante da parte descritiva e do uso dos ponto. Porque tipo, a forma como você lia a fic, de algum modo fazia você se sentir em uma realidade próxima daquilo. Ou talvez eu esteja em um periodo sensível mesmo kk, mas eu acredito que não . Você tem muito talento , e eu adoro ler história assim, escritas de um jeito um pouco mais profissional. Rume pro Nyah! tá faltando muuuito disso por la kkkk

Bem, parabéns pelo trabalho. E especialmente pela última frase, que quando você lê da vontade de morrer kkkk *-*
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Annie em Ter Nov 26, 2013 7:02 pm

Ficou legal Lissa, e eu quase cheguei a chorar, só não chorei porque a One foi curta e não deu tempo suficiente para eu pensar no que tinha acontecido então, obrigada ahuahauhauhauh  e para o seu desespero,sim, eu imaginei-qq 

Ficou muito,meio,totalmente Dramático, mas legal kkkk continue c:
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Sant em Ter Nov 26, 2013 11:00 pm

Isso não é de Deus dona Lissa.
Eu amei sua one shot super-mega-ultra perfeita que me comoveu até a alma miserável que eu tenho. Se chorei, não, não consegui, mas senti uma !#@&*$ vontade. Porque desde o início o drama, e eu particularmente amo dramas românticos, começou e me tocou profundamente, então. Esperando a próxima, mais uma leitora XD
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Re: Young and Tragic

Mensagem por teacup em Qua Nov 27, 2013 4:16 pm

@Cisz: espero mesmo que ele não leia uidhvosudivhsdiufvidufv Não, já ta bom ela ter morrido uma vez nas minhas mãos e outra em uma fic que eu li chega pronto finito LOL 
Que bom que gostou e obrigada por comentar <3

@Mari: os feels eu sei cê não tem noção de como foi dar um soco nos feels pra escrever isso diufsodiufhsdfh Fico feliz que tenha gostado e eu postei ontem no Nyah uidhdiuhviufdsv Dar uma luz na conta abandonada as vezes faz bem né? LOL
Obrigada por comentar e ler e awn <3

@Dêe: mds menina seus poderes de dedução me assustam iudsvhsiudhidsf mas acho que dava pra deduzir que pelo menos algum deles ia morrer, acho, né, não sei, se você sacou ou dava pra sacar ou eu soltei spoilers sem querer idsuvhsduifvhodifuvhdfosiuv

@Sant: socorr Sant comovida isso merece ser registrado duivdsofiuvsodfv Eu não acredito nisso, sério, não creio mesmo porque 1- eu não imaginava que dava pra alguém se emocionar com a minha escrita 2- ninguém se emociona com a minha escrita uidhvidufhviudsfhvdsoiuf hu3
Aw, mas que bom que gostou e quem escreve bem aqui é você né gata, ainda to esperando upd8 da sua fic edduvh <3
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Annie em Qui Nov 28, 2013 3:33 pm

eu deduzi mesmo por causa do nome da fic e que começa como se o Percy tivesse vendo a Annie, ai eu meio que deslerdiei...-q
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Mariana em Qui Nov 28, 2013 5:34 pm

Cara... Triste :'(
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Sant em Dom Dez 01, 2013 3:56 pm

Só que nunca, né migs?! Eu escrevo "bem" por causa das edições da minha fabulosa beta, mas sem suas betagens as bagaças ficariam extremamente escrotas e-e
Btw, eu tenho que decidi como vai ser o primeiro capítulo, e se lembra da ideia daquela "traficante", eu criei uma personagem só pra você ahushahaha ela vai ser mega important and fabulous. Vou postar até o final das aulas e aviso/posto aqui
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Annie em Seg Dez 02, 2013 1:10 pm

pois é dona sant, quero continuação da sua fic, já que fui uma das primeiras a ler e to esperando mais que os outros u.u
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Mariana em Seg Dez 02, 2013 1:39 pm

Eu também u.u já pedi, vulgo implorei pelo capítulo novo haha'
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Sant em Seg Dez 02, 2013 1:56 pm

Agahahhahahahauaha tudo bem, faço hoje -zoa
Vou mandar essa semana, vou passar só pela betagem da bea 'u'
Ah, alguém me torna filha de hipnos, pq, sem querer-querendo eu tirei minha inscrição do grupo
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Re: Young and Tragic

Mensagem por teacup em Seg Dez 02, 2013 9:38 pm

AHUEAHUEHAUHEUAHUEHAUHEUAHUEHAUHEUH vou ter charie que mágico *mundo de arcos-íris e unicórnios e channies gnomos e grama de chocolate se abrindo para uma Lissa no momento feliz*
Vlh eu to ansiosa demais pra tua fic porque ela tem cara de que vai ser altamente BAMF em níveis estrondosos sabe? oisdvoisudfhvsoiduf

btw, te coloquei de volta no chalé ^-^
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Re: Young and Tragic

Mensagem por Sant em Ter Dez 03, 2013 1:52 pm

Ah, btw, eu ainda não achei o code dessa sua fonte, me passe por mp u.u eu quero usá-la pra fins próprios -forum-
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Re: Young and Tragic

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